Criança manda e o pai obedece. Criança que bate, grita e só faz o que quer.
QUER SABER ONDE VOCÊ ERROU?
Errou quando seu pequeno precisou de atenção e você estava ocupado demais no celular. Errou quando não construiu uma rotina e regras. Errou quando gritou, ameaçou, chantageou e bateu. Errou quando impôs veementemente sua verdade e vontade, diminuindo e humilhando a criança. Errou quando não reconheceu seu erro e pediu desculpas.
Sim somos humanos. Sim nós erramos. E erramos porque educar não é fácil. Ninguém nasce sabendo como educar outro ser.
Educar exige MAIS… Mais conhecimento, paciência, planejamento, organização de tempos espaços (delimitados), companheirismo, observação, reflexão, respeito, humildade e amorosidade. E quando falo de Educação para a construção de cidadãos respeitosos, resilientes e com recursos para solucionar, de maneira passiva e inteligente, seus problemas, entendo que exige MUITO MAIS… Mais sensibilidade, mais formação qualificada, mais olhares atentos à criança, comprometimento, coerência, interação, MUITO mais paciência, mais acordo… É preciso cuidar-amar-olhar-ouvir-sentir-educar, incondicionalmente.
Educação paciente, positiva e amorosa, muitas vezes acaba sendo associada à libertinagem, ausência total de regras e crianças sem limites. Mas NÃO. Para se desenvolver de forma saudável, a criança PRECISA DE DISCIPLINA. Mas para tanto, os gritos, os castigos e o “eu mando você obedece” não fazem parte do cenário ideal quando se pretende educar para o respeito à vida e à autonomia.
O maior desafio para a família e a escola, é permitir que a criança cresça sendo ela mesma. Nesse caso compete ao educador, seja ele pai, mãe, tio, tia, avó ou professor, orientá-las de forma inteligente, dando bons exemplos, utilizando o diálogo acima de tudo, olhando nos olhos, pegando no colo e se colocando, de fato, no lugar da criança. **Schaueni Coelho Diretora Geral no CCBambini
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