Conhecida como a doença do século, o Brasil vive um surto que atinge quase 10% da população em geral. Embora seja empregada como sinônimo de tristeza, a depressão tem pouco a ver com esse sintoma. Portanto é importante ressaltar alguns aspectos característicos dessa doença especialmente no que tange o desenvolvimento infantil, que tem apresentado números crescentes de casos. A depressão é uma doença grave, quando não tratada, interfere na qualidade de vida e pode levar ao suicídio em casos mais extremos.
Crianças, normalmente, sentem dificuldades em se expressar, ainda mais quando deprimida. Por isso, separamos 5 aspectos do comportamento infantil que podem revelar que a depressão já está instalada:
1) Criança quieta é sinal de alerta. Quando elas começam a ficar muito tempo isoladas, paradas e não apresentam vontade de fazer nada.
2) Medo: Geralmente a criança deprimida fica extremamente insegura, tem medo de se separar ou de perder as pessoas que lhe servem de referência, como o pai ou a mãe.
3) Distúrbios de sono: Atrelado ao medo está o sono. A criança costuma acordar com frequência, tem pesadelos, chora muito na hora de dormir e tem um choro assustado, indicativo de medo/pavor, uma manifestação do que está sentindo o tempo todo.
4) Excesso de ansiedade: Situações cotidianas passam a ser desafiadoras, como ir para a escola, por exemplo. A criança passa a apresentar nervosismo, dores de cabeça e de barriga, queda de cabelo e rói unhas.
5) Na escola: perda de iniciativa e desejo por aprender.
Lembre-se, isoladamente e com pouca frequência, esses sinais podem ser normais. Observar de perto e procurar ajuda profissional, mesmo que apenas para tirar a dúvida é importante. Independentemente do diagnóstico, adote uma dose extra de amor para compreender o momento delicado em que a criança está passando e ofereça incondicional.
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